Recentemente a Bahia toda acompanhou o caso das barracas do Imbuí, quando a justiça baiana, tenta retira-las do local onde foram instaladas, segundo alega a Prefeitura, de forma irregular. A motivação da justiça é por conta de uma adutora que passa por baixa dos ditos empreendimentos de forma que fica a manutenção desse equipamento público prejudicada.Similar ao caso de Salvador, começa a surgir em Lauro de Freitas. Aqui estão sendo instaladas barracas sobre o corrego localizado à Rua dos Vereadores que margeia a antiga Faculdades POLIFUCS e a UNIME. Essa rua foi totalmente urbanizada e o corrego existente foi canalizado e urbanizado com fins de promover a drenagem pluvial, antigo problema de alagamentos. Agora, de uma hora pra outra, surge equipamentos de caracter provisório, mas que se sabe, contando assim como as barracas do Imbuí, de toda infraestrutura, tais como água, luz, telefone e muito provavelmente sanitários.
É preciso que a câmara de vereadores atue, como é seu dever, fiscalizando e se for o caso denunciando a invasão ao Ministério Público para as devidas providências, ou se for caso, exigir a legalização da situação, inclusive provomendo licitação pública para utilização dá área se constatado intersse comum.
O que se sabe é que tais equipamentos tende a ser um problema social para o futuro. Hoje uma das barracas expões revistas, dando a entender ser esta a comercialização objeto da tal barraca, mas não se observa no local vocação para tal, pois sequer ha fluxo de transeuntes com normalidade, ficando evidenciada uma utilização provisória para garantir fixação do ponto, passando logo em seguida a comercialização de bebidas, caracterizando-se como poit para os estudantes universitários, jovens e adolescentes, embriagarem-se no happy hour, tanto isso é verdadeiro que há uma outra, vizinha, muito mais estruturada já conta inclusive, com varanda própria para instalações de mesas e cadeiras típicas a ambiente de bar.
Resta saber se tais equipamentos contam com o habite-se e o alvará de funcionamento, se não existe, que se providêncie ou a retirada ou a legalização dos equipamentos, para que depois a choradeira não fique no âmbito político, já que tais empreendimentos surgiram durante a campanha eleitoral passada.
Rui Carvalho

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