
O anúncio foi feito pelo governador Jaques Wagner (PT), na manhã de segunda-feira, 3, assim que chegou dos EUA, até parece que foi buscar o subsídio por lá para a tomada de decisão. A informação surgiu depois de uma semana tumultuada quando Wagner e o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, principal liderança peemedebista na Bahia, discutiram o futuro da aliança PT-PMDB no Estado.
Wagner ainda não deu detalhes sobre quais os e partidos serão afetados pela reforma do secretariado e apenas afirmou considerar “natural que, daqui até dezembro, a gente faça algumas modificações para a segunda metade do governo”. Entre as mudanças pode estar o desligamento do PMDB das duas secretarias que comanda, a da Infra-estrutura e da Indústria, Comércio e Mineração.
De qualquer modo, a mudança de secretariado acontecerá em um momento decisivo para a aliança PT-PMDB nos âmbitos estadual e federal.
No pleito em Salvador, os petistas foram tratados como adversários pelos peemedebistas, que se aproximaram do DEM no segundo turno. Agora, o PT convive com a expectativa de que os democratas passem a integrar a administração municipal do prefeito reeleito João Henrique Carneiro (PMDB).Por outro lado, o PSDB, principal opositor ao governo do presidente Lula, inclusive na disputa pela Presidência da República em 2010, integra a base de apoio do governador. Além disso, a Assembléia Legislativa está em pleno processo de reconfiguração das comissões e de disputa pela presidência da Casa.
Wagner ainda não deu detalhes sobre quais os e partidos serão afetados pela reforma do secretariado e apenas afirmou considerar “natural que, daqui até dezembro, a gente faça algumas modificações para a segunda metade do governo”. Entre as mudanças pode estar o desligamento do PMDB das duas secretarias que comanda, a da Infra-estrutura e da Indústria, Comércio e Mineração.
De qualquer modo, a mudança de secretariado acontecerá em um momento decisivo para a aliança PT-PMDB nos âmbitos estadual e federal.
No pleito em Salvador, os petistas foram tratados como adversários pelos peemedebistas, que se aproximaram do DEM no segundo turno. Agora, o PT convive com a expectativa de que os democratas passem a integrar a administração municipal do prefeito reeleito João Henrique Carneiro (PMDB).Por outro lado, o PSDB, principal opositor ao governo do presidente Lula, inclusive na disputa pela Presidência da República em 2010, integra a base de apoio do governador. Além disso, a Assembléia Legislativa está em pleno processo de reconfiguração das comissões e de disputa pela presidência da Casa.
TUCANOS – Principal nome do PSDB citado nas conversas de bastidores como possível novo secretário, o ex-candidato a prefeito de Salvador Antônio Imbassahy, o presidente da Assembléia Legislativa, Marcelo Nilo enfatizou que o PSDB não pleiteia cargo algum e que o partido continuará na base do governo independentemente da reforma do secretariado. “O governador é livre para tomar suas decisões e convidar quem quiser”, demagogicamente disse.

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