
Como dissemos antes, tudo não passou de mise èn cène, no melhor português, jogo de cena. Ontem na inauguração da sede do Corpo de Bombeiros próximo a Portão o governador e Moema voltaram a se encontrar depois das declarações "ríspidas" de Moema quando da indicação de Roberto Muniz para a pasta da Secretaria da Agricultura. Como um sábio, Jaques Wagner disse que o incêndio não passou de uma faísca, assim como nossa previsão à ocasião do disse-me-disse, carta de desagravo e etc.
Em verdade nunca consideramos Moema uma adversária política para Roberto, muito embora ela tenha tido sucesso em dois pleitos seguidos. Outros fatores devem ser considerado mais do que essa caracterização de adversária. Por mais que se queira e até esteja se saíndo bem no municipio, sinceramente, Moema não chega a ser uma adversária histórica como busca se posicionar, é muito mais uma adversaria circunstancial, calcada mais, muito mais, numa rejeição de um grupo político que vinha liderando a política de Lauro de Freitas por muito tempo, sofrendo desgaste naturais e que teria sido vencido por qualquer outro grupo político organizado que se apresentasse naquele momento, mas ela, Moema, faz questão de acirrar ânimos, uma espécie de engana povo, até porque não encontramos na história política da cidade outra participaçõa de Moema antes de 2004, como também nenhum embate político de seu partido, até então, sempre foi mero coadjuvante sem expressão, quando em eleições municipais.
A movimentação em Lauro de Freitas começou cedo, com o desembarque da comitiva ministerial para a inauguração da primeira agência do Instituto Nacional do Seguro Social do município. "A primeira agência do INSS de Lauro de Freitas, depois de 85 anos de Previdência Social, 47 anos de emancipação política do município. O ministro lembrou orgulhosamente que durante os 85 anos de existência, a Previdência Social chegou a 1.110 municípios, mas em verdade devemos é consider, esse, um número muito pequeno, já que arrecada de todos os municipios indiscriminadamente e nas mesmas proporções e principalmente porque não abate dos não assistidos mais de perto percentuais equivalentes às dificuldades de deslocamento, dos que precisam dos seus serviços.
Ainda ontem também foi assinado Ordem de Serviços, com recursos oriundos do PAC, para investimentos na Lagoa da Base, mas até a sua aplicação deve demandar aí alguns anos ainda, por isso menos euforia aí, uma coisa é asinar documentos de intenção, outra coisa é a sua realização efetiva. Vamos aguradar para distribuir os louros. (com informações do ATARDE ON LINE).
Rui Carvalho

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