terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Fatima Mendonça, ao contrário do que disse, foi só ventríloqua

Finalmente o governo Wagner conseguiu, no apagar das luzes de 2008, atrair os holofotes baianos todos pra sí. Imaginava-se que após as declarações do Prefeito João Henrique, quando lançou definitivamente a candidatura de Geddel a governo do estado da Bahia, Jaques Wagner, como sempre faz, entrasse em campo para apagar o incêndio que vem a qualquer custo evitando, mas não, numa estratégia completamente inimaginável, quem entrou em campo, deixou tudo em segundo plano, dando uma "trégua" no tema da sucessão governamental, foi a primeira-dama Fátima Mendonça, figura polémica, até na escolha do santo protetor, abandonou Oxossi, agora é de Iansã. Uma coisa é certa, com suas polémicas declarações, muita gente vai amargar um revellion de preocupações e incertezas, se continuarão no palco ou se passarão para a parte de trás das cortinas.
Claro que tudo isso, é um jogo jogado com o olho em 2010. Quando ela, a Fatinha, como intimos de última hora chama, concedeu a entrevista, tudo foi dito sob a orquestração do palácio, a própria matéria enfatiza as diversas interrupções do governador, que certamente tudo ouvia e opinava do ponto eletrônico, estrategicamente instalado em sala contígua. "Movimentos políticos não costumam serem isolados, por vontade própria deste ou daquele ente, mas, combinados, previamente acertados".
De qualquer forma nossa liberal primeira-dama, numa orquestração com o Jornal A Tarde, que definitivamente encarta um dos lados na sucessão do governo, encerra o ano com a palavra, já que o maridão é como ela mesmo disse "mais lento".



Rui Carvalho

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