
Do Jornal A Tarde On Line: Em seu programa semanal de rádio Conversa com o Governador, nesta terça-feira, 12, Jaques Wagner relacionou os danos da chuva que cai em Salvador nos últimos dias ao meio-ambiente. "Quanto mais o homem agride o meio-ambiente, é como se um grito da natureza viesse, fazendo seca de um lado e enchente e chuvas de outro. Portanto, é muito importante cuiar das pessoas agora, cuidar das cidades, mas aumentar a nossa consciência de preservação do meio–ambiente, porque sem um meio-ambiente preservado, realmente a vida do homem sobre a Terra fica cada vez mais difícil".Wagner também falou que o governo deve aproveitar a trégua da chuva para reparar a cidade. "O mais importante agora é, aproveitando a estiagem, recuperar evidentemente todos os danos". Quanto à seca no interior baiano, Wagner disse que o governo tenta combater construindo cisternas e enviando carros-pipa.
Uma coisa é o que Wagner diz e outra coisa é como de fato seu governo age. Sempre que há necessidade de uma intervenção do governo baiano, o meio ambiente é sacrificado e principalmente, a partir do governo de JW o desrespeito a essa questão fica evidente. Podemos citar diversos exemplo, mas nos basta exemplificar os problemas bem recente que esteve na mídia. Pituaçu.A requalificação do Estadio Metropolitano Roberto Santos foi um exemplo de tudo que não se deve fazer nas relações de sustentabilidade, quando praticamente foi o estadio reconstruído sem sequer uma simples licença ambiental que mostre medidas mitigadoras para compensar a sociedade pela depredação e tanto isso é verdadeiro que por diversas vezes foi preciso que o MP embargasse o empreendimento.
Outro exemplo também bem recente foi a construção do ainda embrionário Hospital do Subúrbio, plantado numa área extremamente frágil, protegida por Leis ambientais por conta da proximidade com a Barragen do Cobre e o Parque São Bartolomeu. O governo de JW, por conta dos votos imediatos, à época, queria construir o hospital, passando por cima de tudo e de todos, transferindo a causa ambiental para as divergências políticas com seus adversários. Tanto isso é verdade que até hoje o tal hospital emergencial não foi concluído. Acabou a eleição acabou a emergência que justificava a dispensa de Licença Ambiental.
Tá faltando mesmo é vergonha na cara. A petrobrás, antes uma empresa parceira do meio ambiente, apesar de manipular produtos tão emblemáticos, hoje, transformou-se no grande martírio das causas ambientais, despreza todos os princípios e causa sérios transtornos à população, haja descaramento!

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